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sexta-feira, 15 de março de 2013

Coruja rara é encontrada ao lado de rodovia

 Uma coruja da espécie Strix huhula, - também conhecida popularmente como coruja-preta espécie rara na região Sudeste do país, foi resgatada na manhã desta quarta-feira (27), na rodovia Dom Pedro I (Sp-065), em Campinas. O resgate foi realizado por uma equipe da Rota das Bandeiras, concessionária responsável pela rodovia junto com uma equipe do Meio Ambiente.

O animal foi encontrado no canteiro central da rodovia Dom Pedro I (SP-065), na altura do km 115, em Itatiba e encaminhado ao zoológico de Paulínia sob os cuidados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Foto: Divulgação
De espécie rara, coruja-preta é pouco conhecida no Brasil


Valinhos
Uma outra coruja-preta foi resgatada no canteiro central da Rodovia D. Pedro I, em Valinhos, na madrugada desta sexta-feira (8). Ela foi encontrada pela equipe da concessionária Rota das Bandeiras, que fazia a manutenção no local.

A ave estava com um olho inchado, o que indica que possa ter levado uma pancada. Uma equipe do projeto Corredor das Onças, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) fez o resgate e levou a coruja pro Zoológico de Paulínia.

Segundo a analista ambiental Márcia Rodrigues, a ave é de uma espécie rara. De acordo com o especialista Luís Fábio Silveira, a coruja-preta é pouco conhecida e há poucos registros no País. Só o exame de DNA apontará seu sexo.

Fonte: Correio RAC

Secretaria vai adotar controle do javali em São Paulo

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo informou nesta terça-feira que vai seguir a instrução normativa 3/2013 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que prevê o controle populacional do javali por meio do abate em todo o território nacional.
 
A norma decreta a 'nocividade' do javali europeu, considerado espécie invasora, e dispõe sobre o seu controle. O animal poderá ser perseguido e abatido ou capturado para a marcação dos espécimes, seguida do abate. Javalis vivos não poderão ser transportados.
 
À esquerda, um exemplar de queixada; no meio, um javali-europeu; e à direita, um cateto. Caçadores não podem confundir espécies (Foto: Divulgação/Ibama)


De acordo com a Secretaria, em São Paulo a caça é proibida em qualquer das suas formas, bem como o porte não autorizado de armas de fogo. Também é vedada a utilização de venenos de forma não licenciada ou autorizada. A norma do Ibama dispõe que as pessoas físicas devem se cadastrar no órgão para realizar o abate. O Ibama pode autorizar o uso de armadilhas para captura dos animais, desde que não causem ferimentos e que, em seguida, os animais capturados sejam abatidos. A instrução estabelece o abate de javalis em vida livre sem limite de quantidade e em qualquer época do ano.
 
No sudoeste paulista, produtores reclamam dos ataques às lavouras, principalmente de milho. Os animais abrem clareiras nas lavouras e carregam as espigas para o meio da mata. Imagens gravadas por armadilhas fotográficas na fazenda Capituva, em Taquarivaí, mostram bandos com centenas de javalis atacando a lavoura de 1,5 mil hectares. O produtor Maurício Dias estimou o prejuízo em R$ 1 milhão. Em dez fazendas da região de Itapeva, a quantidade de javalis é estimada em quatro mil espécimes.
 
Fonte: DM.com.br