sexta-feira, 15 de março de 2013

Píton-de-Burma: fotos de predação

As fotos abaixo, tomadas de vídeo divulgado em reportagem, mostram caso de predação de "cervo" (provavelmente Odocoileus virginianus) por indivíduo grande da serpente invasora "píton-de-burma" (Python molurus bivittatus, Pythonidae) na Flórida.

As "pítons-de-burma", espécie exótica nos EUA, são compradas e criadas como "pets"; porém, ao atingir seu tamanho adulto (o que não é esperado pela maioria dos donos) são geralmente doadas à zoológicos ou indiscriminadamente soltas na natureza. Em regiões da Flórida e, principalmente no parque de Everglades, essa espécie de píton encontrou condições ambientais e alimentares semelhantes ao seu habitat natural, e assim elas se adaptaram, sobrevivendo e reproduzindo, e vêm causando sérios impactos ambientais sobre os animais nativos.
 
No Brasil a píton-de-burma também já é criada há muitos anos, porém possivelmente em menor quantidade do que nos EUA. Há relatos que essa é segunda espécie de serpente exótica mais oferecida no comércio ilegal brasileiro. Por essa razão, suspeita-se também da existência de indíviduos  dessas serpentes gigantescas e vorazes vivendo em liberdade, a exemplo dos Estados Unidos.
 
Sendo que muitas regiões do Brasil possuem condições semelhantes ao habitat natural da píton-de-burma, há uma possibilidade muito grande dessa espécie causar impacto semelhante à fauna nativa brasileira. Além disso, por se tratar de uma serpente agressiva e que possui grande porte, não se pode descartar o riso de ataques à seres humanos, os quais já existem relatos.
 
Portanto, autoridades e especialistas não podem descartar o risco de infestação dessa espécie exótica no Brasil, se tratando de assunto sério e de grande importância.
 
 

 

 

 

 
 
 
 

Receita de repelente caseiro

Chega de fornecer alimento aos mosquitos!
 
Não tenho conhecimento se essa receita de repelente caseiro realmente funciona (quem souber de sua eficácia, por favor comente!), mas achei interessante pela simplicidade de seus ingredientes.  
 
 
 
 
INGREDIENTES:
1/2 litro de alcool
1 pacote de cravo da Índia (100g)
1 vidro de óleo de neném (100ml)
MODO DE FAZER:
Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitanto , de manhã e a tarde. Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila, erva doce, lavanda, aloe vera).
MODO DE USAR:
Passe uma gota no braço e nas pernas e o mosquito foge do cômodo. O cravo espanta formigas da cozinha e dos eletrônicos, e espanta as pulgas dos animais.
 
O uso de repelente evita que o mosquito sugue o sangue, assim, ele não consegue maturar ovos e atrapalha a postura e, consequentemente, vai diminuindo a proliferação.

Coruja rara é encontrada ao lado de rodovia

 Uma coruja da espécie Strix huhula, - também conhecida popularmente como coruja-preta espécie rara na região Sudeste do país, foi resgatada na manhã desta quarta-feira (27), na rodovia Dom Pedro I (Sp-065), em Campinas. O resgate foi realizado por uma equipe da Rota das Bandeiras, concessionária responsável pela rodovia junto com uma equipe do Meio Ambiente.

O animal foi encontrado no canteiro central da rodovia Dom Pedro I (SP-065), na altura do km 115, em Itatiba e encaminhado ao zoológico de Paulínia sob os cuidados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Foto: Divulgação
De espécie rara, coruja-preta é pouco conhecida no Brasil


Valinhos
Uma outra coruja-preta foi resgatada no canteiro central da Rodovia D. Pedro I, em Valinhos, na madrugada desta sexta-feira (8). Ela foi encontrada pela equipe da concessionária Rota das Bandeiras, que fazia a manutenção no local.

A ave estava com um olho inchado, o que indica que possa ter levado uma pancada. Uma equipe do projeto Corredor das Onças, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) fez o resgate e levou a coruja pro Zoológico de Paulínia.

Segundo a analista ambiental Márcia Rodrigues, a ave é de uma espécie rara. De acordo com o especialista Luís Fábio Silveira, a coruja-preta é pouco conhecida e há poucos registros no País. Só o exame de DNA apontará seu sexo.

Fonte: Correio RAC

Tem bicho demais!

Através deste artigo publicado no jornal "O Globo", verificamos a importância do autor possuir conhecimento prévio do assunto para não serem divulgadas verdadeiras bobagens...!

 
A recente autorização dada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) para a caça do javali-europeu em todo o território nacional levanta a lebre sobre um problema mal resolvido em várias regiões do país: o excesso de animais. Estamos acostumados a ler e a ouvir falar de listas enormes que relacionam as espécies ameaçadas de extinção. E as espécies que ameaçam?
 
Para começar, é muito mais simples saber se existem animais de menos do que se eles estão sobrando. Apesar de todos os desafios, o volume de estudos, teses e livros sobre conservação da fauna e da flora, no Brasil e no mundo, é imenso. Se o mico-leão-dourado, por exemplo, que sempre foi um símbolo da Mata Atlântica, deixa de ser visto em vários lugares e os especialistas conseguem contar menos de mil indivíduos, não há dúvida. Eles estão ameaçados e algo precisa ser feito.
 
Mas o que dizer do sagui ou mico-estrela que aparece em quase qualquer árvore da Zona Sul do Rio ou da Tijuca? São muitos, né? Mas será que são demais? Há alguns anos, uma pesquisa feita pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) identificou 200 exemplares de bichos e plantas invasoras. Espécies que foram trazidas de um jeito ou de outro para a cidade e que ameaçam a biodiversidade e a sobrevivência de outras famílias.
 
Na lista, alguns velhos e “inofensivos” conhecidos dos cariocas, como certos peixinhos de aquário, o belo Coral-Sol, o mico-estrela, as jaqueiras e até os gatos, para desespero dos apaixonados pelos felinos. Alguns condomínios da Barra já fizeram campanha e contrataram biólogos para castrar os gatos que ficavam soltos nas ruas. Eles estavam arranhando os carros, comendo os passarinhos e transmitindo doenças.
 
Obviamente, esse tipo de iniciativa gera polêmica e conflito. O professor Silvio Marchini, doutor em Conservação da Vida Silvestre pela Universidade de Oxford, diz que são escassos no Brasil os profissionais qualificados para cuidar desse tipo de problema. Nossa cultura leva à conservação ou à destruição, falta um trabalho consistente de gestão da fauna e da flora.
 
Ele volta ao exemplo do mico-estrela. Os turistas e alguns moradores adoram o bichinho. São comuns as cenas de gente deixando frutas na varanda para alimentá-los. Os profissionais de saúde sabem que eles representam um risco de transmissão de zoonoses. Já os biólogos se assustam com o impacto que eles representam. Esses saguis fofinhos, além de banana e mamão, adoram comer filhotes de passarinhos e atacam os esquilos. E eles não têm um predador natural por aqui.
 
O professor explica que nos Estados Unidos e em alguns outros países do mundo, a gestão da fauna é um curso de graduação antigo. Um profissional que reúne conhecimentos de biologia, sociologia e relações humanas. Uma espécie de diplomata da biodiversidade, com capacidade para gerenciar interesses bastante conflitantes. Como os casos dos gatos da Barra, dos saguis de Ipanema ou das onças-pintadas.
 
Aliás, este é um caso complexo. A onça-pintada é um animal ameaçado de extinção, aparece em várias campanhas de conservação. No entanto, quando ela surge no quintal de uma casa ou come o bezerro de uma fazendo, ninguém quer saber quantas existem. Uma cartilha que vem sendo distribuída em escolas da Amazônia e do Pantanal tenta minimizar esse problema. O nome é “Guia de Convivência Gente e Onças”. Ela explica que raramente uma onça ataca se não for ameaçada. E mostra que quando um fazendeiro caça as capivaras e os veados, alimentos naturais das onças, restam poucas alternativas de comida que não sejam os bezerros.
 
O caso dos javalis-europeus é bem mais simples. O próprio Ibama afirma que o abate foi a única saída. Só nos três estados do sul existem mais de 300 mil javalis desse tipo. Eles foram trazidos da Europa para a Argentina e o Uruguai e teriam entrado no Brasil com as próprias patas. Os javalis comem os ovos de espécies nativas, como jacarés e tartarugas, além de destruir plantações e florestas.
 
As razões para esses modernos conflitos entre o homem e a natureza são vários. Vão desde o crescimento das cidades até a globalização. Os micos-estrela, provavelmente, vieram do Nordeste na bagagem de um retirante amigo. Viraram donos do pedaço. Os javalis foram uma boa oportunidade de negócio que se transformou em praga. Os urubus que assustam os pilotos nos aeroportos do país, os quatis que lotam os parques de Belo Horizonte e as capivaras e esquilos que atravessam as ruas sem olhar pros lados serão problemas cada vez mais comuns. Precisamos encontrar um equilíbrio.
 
Fonte: O Globo
 
Nota do Blog:
 
O contexto do artigo é interessante, mas faz afirmações completamente equivocadas:

"Alguns condomínios da Barra já fizeram campanha e contrataram biólogos para castrar os gatos que ficavam soltos nas ruas". (grifo do blog) Biólogos não têm conhecimento, capacitação, tampouco lhes são permitidas atividades envolvendo procedimentos clínicos ou cirúrgicos, que são exclusivas de médicos veterinários. Logo, o profissional que possui qualificação exclusiva para castrar um animal é o médico veterinário, e qualquer outro profissional que assim proceder poderá sofrer sanções administrativas ou, ainda, criminais.

Sobre os javalis: "eles foram trazidos da Europa para a Argentina e o Uruguai e teriam entrado no Brasil com as próprias patas".  (grifo do blog) Os javalis comem os ovos de espécies nativas, como jacarés e tartarugas, além de destruir plantações e florestas". Não sou grande conhecedora do assunto, mas tudo que li até agora ressaltou que existiam / existem criadores de javalis em solo nacional. Além disso, um bicho que pesa mais de 50 kg e inclusive tem a agressividade como uma de suas características, deve ter uma dieta alimentar bem mais abrangente e, consequentemente, trazer mais estragos às outras espécies do que simplesmente comer ovos de tartaruga e jacarés.

É nítido que a pessoa que assinou o artigo não tinha qualificação e conhecimento para falar sobre o tema, e com isso constatamos a importância do jornalista estar a par dos temas que abordará. Logo, informações errôneas como as citadas acima, veiculadas num jornal de grande circulação e credibilidade como O Globo, poderão acarretar diversos prejuízos, razão pela qual os biólogos e profissionais qualificados a localizar os erros do texto tem o dever de alertar  sobre os equívocos apresentados.
 
E por fim, fica a questão: tem bicho demais ou habitat de menos?!

Secretaria vai adotar controle do javali em São Paulo

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo informou nesta terça-feira que vai seguir a instrução normativa 3/2013 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que prevê o controle populacional do javali por meio do abate em todo o território nacional.
 
A norma decreta a 'nocividade' do javali europeu, considerado espécie invasora, e dispõe sobre o seu controle. O animal poderá ser perseguido e abatido ou capturado para a marcação dos espécimes, seguida do abate. Javalis vivos não poderão ser transportados.
 
À esquerda, um exemplar de queixada; no meio, um javali-europeu; e à direita, um cateto. Caçadores não podem confundir espécies (Foto: Divulgação/Ibama)


De acordo com a Secretaria, em São Paulo a caça é proibida em qualquer das suas formas, bem como o porte não autorizado de armas de fogo. Também é vedada a utilização de venenos de forma não licenciada ou autorizada. A norma do Ibama dispõe que as pessoas físicas devem se cadastrar no órgão para realizar o abate. O Ibama pode autorizar o uso de armadilhas para captura dos animais, desde que não causem ferimentos e que, em seguida, os animais capturados sejam abatidos. A instrução estabelece o abate de javalis em vida livre sem limite de quantidade e em qualquer época do ano.
 
No sudoeste paulista, produtores reclamam dos ataques às lavouras, principalmente de milho. Os animais abrem clareiras nas lavouras e carregam as espigas para o meio da mata. Imagens gravadas por armadilhas fotográficas na fazenda Capituva, em Taquarivaí, mostram bandos com centenas de javalis atacando a lavoura de 1,5 mil hectares. O produtor Maurício Dias estimou o prejuízo em R$ 1 milhão. Em dez fazendas da região de Itapeva, a quantidade de javalis é estimada em quatro mil espécimes.
 
Fonte: DM.com.br

Envenenando chifres de rinocerontes: proteção ambiental


 
O Rhino Rescue Project (Projeto de Resgate de Rinocerontes) destina-se a proteger da caça todos os rinocerontes da África do Sul, utilizando-se de um corante indestrutível introduzido nos chifres desses animais. Com o número de rinocerontes perdidos para a caça furtiva superior a 300 só em 2010, mais de 400 em 2011 e 200 em 2012, essa solução inovadora para a caça dos rinocerontes é uma abordagem pró-ativa para deter os caçadores e seus patrocinadores.
A caça dos rinocerontes é realizada com a intenção  de matar o animal para extração de seu chifre, que é  vendido no mercado paralelo e usado em produtos da medicina alternativa, em especial na China. Porém, com a introdução de produtos químicos, o chifre fica inutilizado e, consequentemente, esses animais deixam de ser alvo da caça.

 
Segundo a fundação Rhino Rescue um dispositivo de alta pressão desenvolvido especificamente para agregar certos componentes no chifre do rinoceronte já está disponível, sendo possível contaminar o chifre com uma toxina que é prejudicial apenas para os humanos e não traz malefícios a outros animais ou ao próprio rinoceronte.

Primeiramente, uma amostra de DNA completo é colhida e três microchips de identificação correspondentes são inseridos nos chifres e nos animais em si também. O corante é produzido com materiais semelhantes aos usados ​​para marcar as notas de banco e é visível em um scanner de raios X, mesmo quando o corno é moído em pó fino. Por essa razão  é quase certo que os checkpoints de segurança dos aeroportos detectem a presença deste corante em um chifre tratado, independentemente de estar intacto ou em forma de pó.

Com essa medida, o consumo do chifre que é triturado e vendido na forma de pó acaba sendo prejudicado e, assim, o número de rinocerontes mortos através da caça será drasticamente diminuído.

O teste é contínuo e completo, assegurando que os animais não tenham sua saúde afetada pela administração do tratamento. Com base na pesquisa, acredita-se que a eficácia do corante seja de três a quatro anos, e os resultados desse projeto se mostram promissores para a diminuição da caça dos rinocerontes na África do Sul.

Para saber mais sobre o Rhino Rescue Project, acesse: http://www.rhinorescueproject.com/



Recolocação profissional: sites para cadastro de currículos e disponibilização de vagas

Hoje vivemos numa realidade em que a demanda de profissionais é maior do que as oportunidades de emprego ofertadas. E ainda nos deparamos com anúncios de vagas que exigem uma super qualificação do profissional,  que nos faz pensar se há realmente alguém disponível no mercado com as especificações requeridas.
 
Muito embora seja mais simples obter êxito em processos seletivos onde a vaga não foi publicada em sites, não há como aguardar até que uma oportunidade bata em nossa porta. Procurar emprego em jornal impresso se tornou obsoleto, e atualmente a maioria das oportunidades de trabalho vêm sendo publicadas em sites de recolocação profissional, muitos deles gratuitos.
 
Portanto, vale à pena cadastrar seu currículo e verificar diariamente as oportunidades disponibilizadas nos sites, pois os primeiros candidatos a enviarem seus currículos possuem mais chance de serem chamados para entrevista. É importante que o candidato não aguarde apenas que o sistema do site encaminhe as oportunidades em seu e-mail (aviso de abertura de vagas), pois a grande maioria não é enviada por mensagem.
 
Seguem alguns sites gratuitos onde frequentemente são disponibilizadas interessantes vagas / oportunidades:
 
Agrobase:
Vagas de emprego, estágio, trainee e veiculação de editais de concursos públicos. Vantagem: site direcionado para apenas algumas carreiras, dentre elas, para biólogos.
http://www.agrobase.com.br/oportunidades/
 
Biologia na Rede:
Blog que disponibiliza oportunidades de emprego, além de artigos, notícias, eventos, cursos etc.
http://bionarede.blogspot.com/search/label/oportunidades
 
Consulte Vagas:
Diariamente são postadas vagas para todo Brasil, nas mais diversas áreas.
http://consultevagas.wordpress.com/category/vagas-diarias/
 
Corrhect:
Disponibilização de vaga para todo o Brasil, nas mais diversas áreas.
http://www.corrhect.com.br/

Curriculum:
Cadastro gratuito do currículo e disponibilização de vaga para todo o Brasil, nas mais diversas áreas.
 
Elancers:
Cadastro gratuito do currículo e disponibilização de vaga para todo o Brasil, nas mais diversas áreas.
http://www.elancers.net
 
Gife:
Oportunidades relacionadas à área social
 
Guia de Empregos UOL:
Voltado para a área social.
 
Infojobs:
Cadastro gratuito do currículo e disponibilização de vaga para todo o Brasil, nas mais diversas áreas.
http://www.infojobs.com.br
 
SESC-SP:
Para acompanhar os concursos.
 
Setor 3:
Voltado para a área social.

Vagas:
Cadastro gratuito do currículo e disponibilização de vaga para todo o Brasil, nas mais diversas áreas.
 

Sites de recolocação profissional onde se exige o pagamento pela assinatura

 
Ainda há aqueles que não acreditam na eficiência de sites gratuitos, e por essa razão, preferem pagar um site de recolocação profissional para conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Particularmente já assinei no passado os dois mais famosos sites do gênero e outro que é específico para advogados, e confesso que me decepcionei muito com os três.
 
A primeira vez que assinei um site foi em 2001, quando iniciava na carreira de advogada e buscava uma oportunidade como júnior / trainee. Na época foi tremendamente eficaz: em menos de 3 meses consegui uma vaga de emprego, onde permaneci por mais de 2 anos. Depois disso voltei a assinar outras vezes e não tive sucesso, aliás ressalto que nem chamada para uma entrevista cheguei a ser.
 
Em 2010, já cursando o 5 semestre de Ciências Biológicas, insisti e assinei novamente o site, mas desta vez para uma vaga de estágio em biologia / meio ambiente. Fui chamada para uma única entrevista de estágio no laboratório de uma clínica, e isso quase me custou o emprego. Quando o empregador me contatou para agendar a entrevista, expliguei que meu único horário disponível era no almoço, pois ao contrário poderia ser prejudicada no escritório onde trabalhava; a pessoa concordou, porém, quando cheguei no local me deixaram esperando por mais de 1 hora para depois, no fim, dizer que a vaga não era para biólogo, e sim direcionada a um biomédico ou enfermeiro.
 
Na minha opinião esses sites funcionam para algumas áreas, como corporativa, TI, jurídica, porém para outras (incluindo a biologia, meio ambiente e ciências agrárias), não. Porém, para aqueles que ainda assim acreditam que pagar um site para conseguir recolocação é a melhor opção, sugiro ler a respeito e pesquisar tanto o site, quanto a empresa e os anúncios, para não se decepcionarem futuramente.
 
Em minhas buscas pela internet encontrei um Blog que levanta muitas dúvidas acerca dos sites de recolocação que cobram assinatura. As informações nele postadas acabam nos deixando ainda mais desconfiados em investir o rico dinheirinho numa tremenda furada... Caso tenham interesse, acessem: http://cuidadocomacatho.wordpress.com/